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Tive uma semana demasiadamente cansativa e corrida no Rio de Janeiro, de 18 a 22/10/2010. Inicialmente no Interior, com retorno à Capital do Rio para evento sobre Alienação Parental na Escola da Magistratura do Rio de Janeiro, no prédio do TJRJ e em seguida retorno ao interior do Rio para prosseguimento de trabalhos cotidianos de divulgação das Leis da Alienação Parental e Guarda Compartilhada. Importante frisar que tenho 57 anos e estou engajado nesta luta há 9 anos. Assim que cheguei a São Paulo, dia 23/10/2010, sábado pela manhã, sem descanso, se fez necessário entrar em um caso judicial que acompanho há mais de um ano: as dificuldades de um pai para conviver com a sua filhinha de 5 anos de idade, ambos vítimas da degradante e malfadada Falsa acusação de abuso sexual. Em agosto último acompanhei o referido pai a Sumaré-SP no intuito de obter informações escolares da sua filhinha. Tempo e esforços completamente perdidos. Fomos friamente recebidos na escola Pintando Sete da professora Renata que claramente demonstrou estar contaminada pela Falsa acusação repassando-nos ao advogado da escola. A diretora da escola desrespeitou e continua desrespeitando impunemente dentre outras a lei 12.013 que trata da obrigatoriedade das escolas de passar informações para ambos os genitores. NOVA CONQUISTA: Lei determina que pais não-guardiões têm acesso à vida escolar dos filhos. Deixo a minha indignação frente à atitude de descumprimento legal da escola Pintando Sete.
Analdino Rodrigues Paulino Neto |
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