JUSTIÇA ALEMÃ IGNORA TRATADOS INTERNACIONAIS E LEGALIZA O RAPTO DE CRIANÇAS

Notícia recebida pela Apase sobre o rapto de crianças por genitores que visitam a Alemanha

GREVE DE FOME

15º DIA DA GREVE DE FOME

http://www.isonet.fr/berlin

PAIS DOS ESTADOS UNIDOS, ÁFRICA DO SUL, FRANÇA, ALEMANHA ESTÃO FAMINTOS PELOS SEUS FILHOS
      

S. VOLLRATH, falando em nome do SR. W. THIERSE, Presidente da G. BANDESTAG, Visitou os grevistas de fome na quarta feira, 25 de julho de 2001, as 16:00 horas.

 

Todos estes americanos, franceses, sul africanos e alemães tem um primeiro ponto em comum: foram casados com um parceiro (a) alemão (ã), seus filhos nasceram fora da Alemanha, cresceram e foram à escola nos seus primeiros anos nos Estados Unidos, na França, na África do Sul. Um dia, em férias no território alemão, o pai/mãe alemão decidiu por si só “ficar em casa” com as crianças.

 

Todos estes pais americanos, franceses, sul africanos, alemães, tem um segundo ponto em comum: são vítimas de seus parceiros (as) que raptaram as crianças para a Alemanha. Esses genitores vítimas não foram considerados pelos Órgãos do Bem Estar da Juventude Alemã, e pelos juizes alemães, como um genitor igual ao genitor alemão. Eles não tiveram nenhum direito sobre seus próprios filhos.

Todos estes genitores americanos, franceses, sul africanos, alemães, tem um terceiro ponto em comum: como vítimas de seus parceiros (as) alemães (ãs), dos Órgãos do Bem Estar da Juventude alemã, e dos juízes, eles irão para a cadeia, ou serão ameaçados de ir para a cadeia por juizes, pelos Órgãos do Bem Estar da Juventude, e pela Polícia, se simplesmente quiserem ver os filhos raptados na Alemanha. E são sistematicamente considerados criminosos pela administração alemã.

Todos estes pais americanos, franceses, sul africanos e alemães, tem um quarto ponto em comum: eles não foram considerados capazes de ver seus filhos por anos; em bons casos, só puderam ver suas crianças por poucas horas em anos; foram tratados como criminosos controlados pelos Órgãos do Bem Estar da Juventude Alemã; e, em todos os casos havia um advogado gratuito a favor do pai/mãe alemão. Em todos os casos, a justiça alemã considerou que o genitor que foi vítima tinha que pagar as custas, mesmo que o julgamento não tivesse sido feito.

 

Todos estes pais americanos, franceses, sul africanos e alemães, tem um quinto ponto em comum: eles são pais responsáveis e amam suas crianças. Para muitos deles lhes foram concedidas as custódias de seus filhos pelos tribunais dos lugares onde eles residiam quando eram uma família intacta.

 

Todos estes pais americanos, franceses, sul africanos e alemães, tem um sexto ponto em comum: eles nunca aceitaram qualquer decisão judicial alemã, porque todos eles sabem que os juizes alemães tomam suas decisões violando todas as Leis e Convenções internacionais relativas ao Direito e ao bem estar das crianças, e violando os direitos dos genitores vitimados.

 

Nossas crianças não pertencem aos Órgãos do Bem Estar da Juventude Alemã ou à Alemanha. Elas pertencem à ambos genitores. Nós somos estes genitores e queremos ver nossos filhos, unicamente isto.

 

Por isso estamos em greve de fome.

Por favor, comunique ao mundo sobre o modo como nós e nossas crianças são tratadas pela justiça alemã.

 

 

VEJA A MATÉRIA RECEBIDA EM INGLÊS

 

DAY 15 HUNGERSTRIKE -

PARENTS FROM USA, SOUTH-AFRICA, FRANCE, GERMANY STARVING FOR THEIR CHILDREN
www.isonet.fr/berlin

NEW
Sven Vollrath, 
 Speaker for Mr Wolfgang Thierse, President of the  German Bundestag, will visit the hunger strikers on Wednesday, July 25th, 16.00 pm.



        All these American, French, South African and German parents have a first point in common :
       They once married a German partner. Children were born abroad,  grown up and went to school for their first years in the USA, in France, in South Africa,....
       One day, whilst holidaying in Germany, the German parent decided by themselves to stay "in der Heimat" with the children.

All these American, French, South African and German parents have a second point in common:
       As a victim of their German partners or spouses, who abducted the children to Germany,  none of them has been considered by JUGENDAEMTER and German judges as an equal parent to the German parent. They have no right over their own children.

       All these American, French, South African and German parents have a third point in common :

       As a victim of their German partners or spouses, Jugendaemter, German judges, they have been put in jail or have been threatened with being put into jail by German judges, Jugendamt and police, if they simply want to see their abducted children in Germany. As a victim, they have been systematically criminalized by the German administration.

       All these American, French, South African and German parents have a fourth point in common :
       They have not been able to see their children for YEARS, in good cases they have only seen their children for a few hours in years and are treated LIKE CRIMINALS UNDER CONTROL OF THE JUGENDAMT IN GERMANY.
       In every case, the German Jugendamt acted as a no cost lawyer on the side and in favour of the German parents.
       In every case, the German Jugendamt considered that the victim parent had to pay, even if no judgement regarding custody has yet been made by any
judge.

       All these American, French, South African and German parents have a fifth point in common :
       They are responsible parents and love their children. MOST OF THEM HAVE BEEN GIVEN CUSTODY OF THEIR CHILDREN BY THE COURT AT THE PLACE WHERE THEY FORMERLY RESIDED AS A COMPLETE FAMILY.

       All these American, French, South African and German parents have a sixth point in common :
       THEY NO LONGER ACCEPT ANY GERMAN JUDGE'S DECISIONS, BECAUSE THEY ALL KNOW THAT GERMAN JUDGES
HAVE TAKEN THEIR DECISIONS IN VIOLATION OF ALL INTERNATIONAL LAWS AND CONVENTIONS REGARDING CHILDREN [and victim parent's] RIGHTS AND WELFARE.

       OUR CHILDREN DO NOT BELONG TO JUGENDAEMTER, TO GERMAN JUDGES OR TO GERMANY.
THEY BELONG TO BOTH PARENTS. WE ARE ONE OF THESE PARENTS.
       WE WANT SEE OUR CHILDREN. NO MORE. NO LESS.
That's why we are on hungerstrike.
       Please let the world know about the way we and our children are treated by German justice.
       If you are married to a German, just imagine what would happen to you if he/she decides to separate.

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